Atendimento especializado em quadril com foco em diagnóstico preciso, tratamento individualizado e recuperação segura — da artroscopia à prótese.
Graduação em Medicina pela Universidade do Extremo Sul Catarinense, com registro CRM/SC 16841.
Especialização pelo Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis, onde hoje integra o corpo clínico e atua como preceptor.
Residência em Reconstrução e Cirurgia de Quadril pelo Hospital Ortopédico de Passo Fundo, referência nacional na área.
Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (TEOT-SBOT nº 13688).
Membro da SBQ (nº 0889), com formação complementar internacional em artroscopia e em prótese de quadril nos Estados Unidos.
O Dr. Guilherme Zanette Deolinda é ortopedista e dedica sua atuação ao
tratamento clínico e cirúrgico do quadril. Formado em Medicina pela Unesc,
especializou-se em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis, e fez residência em Reconstrução e Cirurgia de Quadril no Hospital Ortopédico de Passo Fundo.
Sua formação foi complementada por treinamentos internacionais em artroscopia de quadril, nos Estados Unidos, e em prótese e revisão de quadril — além de
capacitação em intervenções guiadas por ultrassonografia, que permitem tratar a
dor com precisão e sem cortes.
Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e membro da Sociedade Brasileira de Quadril, atua também como preceptor no Hospital
Governador Celso Ramos, onde participa da formação de novos ortopedistas.
No consultório, a conduta parte de uma avaliação criteriosa: história clínica,
exame físico e exames de imagem são cruzados para identificar a origem real da
dor — que no quadril costuma se manifestar longe de onde o paciente imagina. A
partir daí, o tratamento é definido caso a caso, priorizando sempre a menor
intervenção capaz de resolver o problema.
A dor no quadril raramente aparece onde a articulação está. É comum ser confundida com problema de coluna, de virilha ou até muscular — por isso a avaliação especializada faz diferença.
A dor na virilha é o sinal mais típico de problema articular do quadril. Já a dor na lateral costuma envolver os tendões e a bursa.
Quando a dor desce pela frente da coxa ou aparece no glúteo, é frequente ser tratada como problema de coluna quando a origem é o quadril.
Dificuldade progressiva para girar a perna ou abrir o quadril, sobretudo ao acordar, é um sinal precoce de desgaste articular.
Estalos com dor, sensação de que algo "prende" dentro da articulação ou travamentos podem indicar lesão do labrum ou da cartilagem.
Dor ao agachar fundo, chutar ou mudar de direção é comum na síndrome do impacto femoroacetabular, frequente em atletas e praticantes recreativos.
Movimentos simples do dia a dia que ficaram difíceis ou dolorosos indicam perda de amplitude articular e merecem avaliação.
A cirurgia não é o ponto de partida. Ela passa a ser considerada quando o tratamento conservador não devolve função e qualidade de vida, ou quando a lesão, por sua natureza, dificilmente se resolve sozinha.
Quando o desgaste da cartilagem provoca dor constante, limita a caminhada e atrapalha o sono, a prótese de quadril costuma ser a solução com melhor resultado funcional.
Lesões do labrum, alterações ósseas do impacto femoroacetabular e algumas lesões de cartilagem exigem tratamento cirúrgico, muitas vezes por videoartroscopia.
Quando medicação, fisioterapia e procedimentos pouco invasivos já foram aplicados e a dor persiste, a cirurgia passa a ser a via mais previsível.
A cirurgia bem indicada promove alívio da dor e melhora da função do ombro, com ganhos de qualidade de vida a longo prazo.
Com a causa mecânica tratada, a tendência é uma redução importante da dor nas atividades do dia a dia, inclusive à noite.
Movimentos que haviam sido perdidos — calçar sapatos, cruzar as pernas, entrar no carro — voltam a ser possíveis com segurança.
A volta à caminhada, ao trabalho e às atividades físicas é feita por etapas, respeitando os prazos de cicatrização e de integração óssea.
A indicação é sempre individual. Em consulta, as opções são apresentadas com
clareza — incluindo o que muda se você optar por não operar agora.
Muito provavelmente sim. A dor na virilha é a apresentação mais característica de problema articular do quadril. Já a dor na lateral costuma envolver tendões e bursa, e a dor no glúteo às vezes vem da coluna. Separar essas origens é justamente o papel da avaliação especializada.
Não. As opções conservadoras — fisioterapia, fortalecimento, ajuste de atividades, medicação e procedimentos pouco invasivos — são esgotadas primeiro. A cirurgia entra quando é clinicamente a opção mais segura e definitiva para devolver qualidade de vida.
É uma cirurgia minimamente invasiva feita por pequenas incisões, com auxílio de uma câmera. Permite tratar lesões do labrum, da cartilagem e as alterações ósseas do impacto femoroacetabular sem abrir a articulação, com menor agressão aos tecidos e reabilitação mais previsível.
Não. A indicação depende do grau de desgaste da articulação e do impacto na vida da pessoa, não apenas da idade. Há pacientes jovens com artrose avançada ou osteonecrose que se beneficiam muito da prótese, e idosos que são muito bem tratados sem cirurgia.
As próteses modernas têm durabilidade longa, e a grande maioria segue funcionando bem por muitos anos. A durabilidade depende do tipo de implante, do peso, do nível de atividade e da técnica cirúrgica. Quando é necessáriotrocar, existe a cirurgia de revisão de prótese.
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