Ortopedia e Traumatologia - CRM/SC 28636 · RQE 18818

Dr. Lucas Acerbi

Cirurgia de Mão em Florianópolis

Atendimento especializado em membro superior com microcirurgia e cirurgia por vídeo, foco em diagnóstico preciso e retorno rápido às atividades do dia a dia.

Formado em Medicina pela UFF

Graduação em Medicina pela Universidade Federal Fluminense, com formação de base científica rigorosa.

Ortopedia e Traumatologia

Residência nos hospitais federais do Rio de Janeiro — Hospital dos Servidores do Estado e Hospital da Lagoa.

Membro Titular da SBOT

Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.

Membro Titular da SBCM

Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão, entidade que reúne os especialistas da área no país.

Fellowship internacional em Cirurgia da Mão

Fellow no Institut de la Main, em Paris, e fellow em microcirurgia e plexo braquial no Ganga Hospital, na Índia — referência mundial na área.

O Dr. Lucas Delunardi Acerbi é ortopedista e cirurgião de mão, com atuação dedicada ao membro superior — mão, punho e cotovelo. Formado em Medicina pela Universidade Federal Fluminense, fez residência em Ortopedia e Traumatologia nos hospitais federais do Rio de Janeiro e atuou por três anos como Oficial Médico do Exército Brasileiro, no Hospital Central do Exército.

Sobre o especialista

Experiência, técnica e cuidado
em cada atendimento

Sua formação em cirurgia da mão foi construída em alguns dos principais centros do mundo: fellowship no Institut de la Main, em Paris, e fellowship em microcirurgia e plexo braquial no Ganga Hospital, na Índia — referência internacional em reconstrução de membro superior. A isso se somam cursos de artroscopia de punho e cotovelo no IRCAD, em Estrasburgo, e na USP, além de formação em microcirurgia na USP e em cirurgia de retalhos na Duke University, nos Estados Unidos.
Na prática clínica, procura associar o que há de mais moderno na cirurgia do membro superior, usando sempre que possível a cirurgia por vídeo e a microcirurgia. Isso abrange desde os quadros mais comuns — túnel do carpo, dedo em gatilho, tendinites — até lesões de nervos periféricos e tendões, reconstruções extensas, sequelas de queimadura e fraturas complexas.
O objetivo é sempre o mesmo: devolver função com o menor trauma possível e proporcionar uma reabilitação confortável, com retorno rápido às atividades habituais.

Sinais de alerta

Quando procurar um especialista em mão, punho e cotovelo?

A mão é a ferramenta mais usada do corpo, e sintomas que parecem pequenos costumam ser os primeiros sinais de compressão de nervo ou de desgaste articular. Quanto antes forem avaliados, mais simples tende a ser o tratamento.

Formigamento e dormência nas mãos

Formigamento nos dedos, principalmente à noite ou ao acordar, é o sinal mais clássico da síndrome do túnel do carpo — compressão do nervo mediano no punho.

Dedo que trava ou estala ao dobrar

Quando o dedo prende ao fechar a mão e volta com um estalo, geralmente se trata do dedo em gatilho, que tem tratamento simples e resolutivo.

Dor na base do polegar

Dor ao girar chave, abrir potes ou fazer pinça com o polegar costuma indicar rizartrose, a artrose da base do polegar.

Perda de força para segurar objetos

Deixar objetos cair ou perder força de preensão pode indicar compressão nervosa já em fase mais avançada, e merece avaliação sem demora.

Dor no punho após queda ou torção

Dor que persiste depois de uma queda com a mão espalmada pode esconder fratura ou lesão ligamentar que passou despercebida no primeiro exame.

Dor no cotovelo e formigamento no dedo mínimo

Dor na parte interna do cotovelo com formigamento no dedo mínimo e no anelar sugere síndrome do túnel cubital, compressão do nervo ulnar.

A cirurgia de ombro

Quando a cirurgia
pode ser indicada?

A cirurgia não é o ponto de partida. Ela passa a ser considerada quando o tratamento conservador não resolve, quando há perda de função em curso ou quando a lesão, por sua natureza, não cicatriza sozinha.

Compressão de nervo que não melhora

Quando o formigamento persiste apesar de órtese e medicação, ou já evoluiu para perda de força e de sensibilidade, a liberação cirúrgica protege o nervo de uma lesão definitiva.

Perda de função e de movimento

Dedos que não estendem, travamentos, rigidez e deformidades que atrapalham tarefas simples do dia a dia respondem bem à correção cirúrgica.

Lesões que não cicatrizam sozinhas

Secções de tendão e de nervo, fraturas desviadas, lesões ligamentares instáveis e perdas de pele exigem reparo — muitas vezes com técnica microcirúrgica.

Pós-operatório

Benefícios e cuidados

Do tratamento conservador à microcirurgia, a conduta é definida caso a caso, priorizando o menor trauma possível e a recuperação funcional. A cirurgia entra quando é, clinicamente, a opção mais segura e resolutiva.

Alívio da dor e do formigamento

Nas compressões nervosas, o alívio do formigamento noturno costuma ser um dos primeiros sinais de melhora após o procedimento.

Recuperação da força e do movimento

Com a estrutura reparada e a terapia da mão bem conduzida, força de preensão e amplitude de movimento voltam progressivamente.

Retorno progressivo às atividades

O retorno ao trabalho e às atividades manuais é feito por etapas, respeitando o tempo de cicatrização de cada estrutura reparada.

Os resultados variam conforme o tipo de lesão, o tempo de evolução, a técnica empregada e a adesão à reabilitação. A terapia da mão é parte essencial do tratamento — em cirurgia de membro superior, ela pesa tanto quanto o procedimento.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre cirurgia de ombro

É o sintoma mais característico da síndrome do túnel do carpo, e é justamente o momento certo de investigar. Na fase inicial, boa parte dos casos responde bem a órtese noturna, ajuste de atividades e medicação. Quando o quadro avança e surge perda de força, a liberação cirúrgica protege o nervo de uma lesão permanente — por isso não vale a pena adiar a avaliação.

Não. Muitos quadros da mão são resolvidos sem cirurgia, com órtese, terapia da mão, medicação e ajustes de ergonomia. A cirurgia entra quando é clinicamente a opção mais segura e resolutiva — ou quando existe risco de perda de função se nada for feito.

É a cirurgia feita com auxílio de microscópio, que permite reparar estruturas muito pequenas — nervos, vasos e tendões finos. Na mão isso é decisivo: são estruturas milimétricas, e a precisão do reparo determina quanta sensibilidade e quanta força o paciente vai recuperar.

É uma cirurgia minimamente invasiva feita por pequenas incisões, com auxílio de uma câmera. Permite diagnosticar e tratar lesões dentro da articulação com menor agressão aos tecidos, o que costuma significar menos dor no pós-operatório e reabilitação mais rápida.

Depende diretamente do procedimento e do tipo de trabalho. Uma liberação de dedo em gatilho tem afastamento curto; uma reconstrução de tendão ou de nervo exige um período bem maior e reabilitação orientada. O prazo realista para o seu caso é definido em consulta, após o diagnóstico.

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