Atendimento especializado em membro superior com microcirurgia e cirurgia por vídeo, foco em diagnóstico preciso e retorno rápido às atividades do dia a dia.
Graduação em Medicina pela Universidade Federal Fluminense, com formação de base científica rigorosa.
Residência nos hospitais federais do Rio de Janeiro — Hospital dos Servidores do Estado e Hospital da Lagoa.
Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão, entidade que reúne os especialistas da área no país.
Fellow no Institut de la Main, em Paris, e fellow em microcirurgia e plexo braquial no Ganga Hospital, na Índia — referência mundial na área.
O Dr. Lucas Delunardi Acerbi é ortopedista e cirurgião de mão, com atuação dedicada ao membro superior — mão, punho e cotovelo. Formado em Medicina pela Universidade Federal Fluminense, fez residência em Ortopedia e Traumatologia nos hospitais federais do Rio de Janeiro e atuou por três anos como Oficial Médico do Exército Brasileiro, no Hospital Central do Exército.
Sua formação em cirurgia da mão foi construída em alguns dos principais centros do mundo: fellowship no Institut de la Main, em Paris, e fellowship em microcirurgia e plexo braquial no Ganga Hospital, na Índia — referência internacional em reconstrução de membro superior. A isso se somam cursos de artroscopia de punho e cotovelo no IRCAD, em Estrasburgo, e na USP, além de formação em microcirurgia na USP e em cirurgia de retalhos na Duke University, nos Estados Unidos.
Na prática clínica, procura associar o que há de mais moderno na cirurgia do membro superior, usando sempre que possível a cirurgia por vídeo e a microcirurgia. Isso abrange desde os quadros mais comuns — túnel do carpo, dedo em gatilho, tendinites — até lesões de nervos periféricos e tendões, reconstruções extensas, sequelas de queimadura e fraturas complexas.
O objetivo é sempre o mesmo: devolver função com o menor trauma possível e proporcionar uma reabilitação confortável, com retorno rápido às atividades habituais.
A mão é a ferramenta mais usada do corpo, e sintomas que parecem pequenos costumam ser os primeiros sinais de compressão de nervo ou de desgaste articular. Quanto antes forem avaliados, mais simples tende a ser o tratamento.
Formigamento nos dedos, principalmente à noite ou ao acordar, é o sinal mais clássico da síndrome do túnel do carpo — compressão do nervo mediano no punho.
Quando o dedo prende ao fechar a mão e volta com um estalo, geralmente se trata do dedo em gatilho, que tem tratamento simples e resolutivo.
Dor ao girar chave, abrir potes ou fazer pinça com o polegar costuma indicar rizartrose, a artrose da base do polegar.
Deixar objetos cair ou perder força de preensão pode indicar compressão nervosa já em fase mais avançada, e merece avaliação sem demora.
Dor que persiste depois de uma queda com a mão espalmada pode esconder fratura ou lesão ligamentar que passou despercebida no primeiro exame.
Dor na parte interna do cotovelo com formigamento no dedo mínimo e no anelar sugere síndrome do túnel cubital, compressão do nervo ulnar.
A cirurgia não é o ponto de partida. Ela passa a ser considerada quando o tratamento conservador não resolve, quando há perda de função em curso ou quando a lesão, por sua natureza, não cicatriza sozinha.
Quando o formigamento persiste apesar de órtese e medicação, ou já evoluiu para perda de força e de sensibilidade, a liberação cirúrgica protege o nervo de uma lesão definitiva.
Dedos que não estendem, travamentos, rigidez e deformidades que atrapalham tarefas simples do dia a dia respondem bem à correção cirúrgica.
Secções de tendão e de nervo, fraturas desviadas, lesões ligamentares instáveis e perdas de pele exigem reparo — muitas vezes com técnica microcirúrgica.
Do tratamento conservador à microcirurgia, a conduta é definida caso a caso, priorizando o menor trauma possível e a recuperação funcional. A cirurgia entra quando é, clinicamente, a opção mais segura e resolutiva.
Nas compressões nervosas, o alívio do formigamento noturno costuma ser um dos primeiros sinais de melhora após o procedimento.
Com a estrutura reparada e a terapia da mão bem conduzida, força de preensão e amplitude de movimento voltam progressivamente.
O retorno ao trabalho e às atividades manuais é feito por etapas, respeitando o tempo de cicatrização de cada estrutura reparada.
Os resultados variam conforme o tipo de lesão, o tempo de evolução, a técnica empregada e a adesão à reabilitação. A terapia da mão é parte essencial do tratamento — em cirurgia de membro superior, ela pesa tanto quanto o procedimento.
É o sintoma mais característico da síndrome do túnel do carpo, e é justamente o momento certo de investigar. Na fase inicial, boa parte dos casos responde bem a órtese noturna, ajuste de atividades e medicação. Quando o quadro avança e surge perda de força, a liberação cirúrgica protege o nervo de uma lesão permanente — por isso não vale a pena adiar a avaliação.
Não. Muitos quadros da mão são resolvidos sem cirurgia, com órtese, terapia da mão, medicação e ajustes de ergonomia. A cirurgia entra quando é clinicamente a opção mais segura e resolutiva — ou quando existe risco de perda de função se nada for feito.
É a cirurgia feita com auxílio de microscópio, que permite reparar estruturas muito pequenas — nervos, vasos e tendões finos. Na mão isso é decisivo: são estruturas milimétricas, e a precisão do reparo determina quanta sensibilidade e quanta força o paciente vai recuperar.
É uma cirurgia minimamente invasiva feita por pequenas incisões, com auxílio de uma câmera. Permite diagnosticar e tratar lesões dentro da articulação com menor agressão aos tecidos, o que costuma significar menos dor no pós-operatório e reabilitação mais rápida.
Depende diretamente do procedimento e do tipo de trabalho. Uma liberação de dedo em gatilho tem afastamento curto; uma reconstrução de tendão ou de nervo exige um período bem maior e reabilitação orientada. O prazo realista para o seu caso é definido em consulta, após o diagnóstico.
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